quinta-feira, agosto 12, 2010

Caixeiro Viajante, o problema.

Quando de minha mocidade nunca havia imaginado me tornar praticamente um caixeiro viajante. Desses mesmo que percorrem distâncias imensas pra levar produtos a diversos pontos de uma região; cabem parenteses aqui sobre que o produto no meu caso é o saber-fazer determinadas tarefas e o que eu vendo de certa forma é o conhecimento.
Quando se visita diversas cidades em um mesmo estado a primeira coisa que se percebe é que cada cidade é possui seu proprio universo de particularidades.
São singularides no modo de vestir, falar, comer, etc.
Ao viajar pelas estradas desse estado me vejo como alguem que olha na tela do cinema paisagens que se modificam a cada instante. A minha tela é a janela por vezes do automovel outras vezes do ônibus. Ora campos verdejantes, ora pedras que camufalan a vida que hiberna firme em talos compridos de vegetação aparentemente morta. A cana e a seca. Contrastes da mesma coisa: A vida teimosa e persistente.
Observo. Observo pessoas com seus gostos, jeitos, paixões...
O ponto comum para as pessoas em todos esse lugares é a vontade de conquistar. Uns dinheiro, outros fama, outros amor, outros admiração, companhia. O tesouro está no outro. O dinheiro compra pra gente o que é do outro e a gente admira. A fama advem exatamente do que o outro ve em nós e nao o que vemos em nós mesmos. A companhia somente de nossa consciência não é suciente. Está só é está sem valor. É essa dependência de nosso universo pessoal tem de outros universos pessoais, com seus proprios valores, que nos faz participantes de um universo mais amplo que é a vida. A busca e o encontro de nossos valores pessoais dentro do universo de valores das outras pessoas que nos faz então indivíduos felizes.

sexta-feira, janeiro 08, 2010

Aprender

IMHO - em minha humilde opiniao - acho que nascemos com capacidades
de movimento.
Ao movimento aqui me refiro a ida e vinda de informacoes
movimento nos dois sentidos(sujeito <-> ambiente=toda a informacao que o cerca)
perceber.
interagir.
fazer parte dessse sistema(a acao e reacao, tambem)
no fundo, ou em sintese, nao somos mais que informacoes contruidas a partir de modelos que recebemos, percebemos e modificamos