Margareth Mead disse: “A virtude é quando se tem a dor seguida do prazer; o vício, é quando se tem o prazer seguido da dor”.
Eu digo que a virtude, até certo ponto, é o que nos mantém vivos. O vicio aos poucos é o que nos mata.
É na mente do homem, mais precisamente dentro do seu cérebro que acontecem as mais fantásticas trocas químicas que são responsáveis pelo que sentimos. O cerne de nossa existência como humanos passa por lá. Dor e prazer.
Todos escolhem um dos dois pra começar. Trabalhar é um oficio e representa a dor que mais tarde culminará com o prazer da vitória pelo esforços empreendidos. O vício, por outro lado, está relacionado com a idéia de perda, derrota, queda denotada socialmente pela exclusão do indivíduo viciado devido às limitações a que se impôs em consequencia do vício. Ninguém busca se não algo que o satisfaça. A busca é incessante pelo prazer em suas várias facetas.
É a busca pela recompensa. Simples assim. Quem ama quer ser amado.O prazer substitui a dor.
A quem diga que somente há cura para um vício com outro vício. Há os que digam que todos somos, em diferentes graus, viciados em alguma coisa... Então os opostos não se atraem, se anulam; Prazer pra acabar com a dor. A dor para trazer a vitória... Um aparente ciclo que nunca se acaba ...