Em janeiro de 2018 um presidente de extrema direita assumiu democraticamente o governo da Republica Federativa do Brasil.
Apesar de que o que tenha o levado a obter tantos votos nas eleições de primeiro e segundo turnos em parte foi um misto de vários anseios populares por menos corrupção, saudosismo de um Brasil que nunca existiu, o armamento por parte da população para com essas armas hipoteticamente lutar contra a violência urbana e também diminuição da influência do estado entre outros desejos da população, mesmo essa não sabendo exatamente como seria isso. Para atingir esses objetivos semearam-se incontáveis mentiras principalmente nas redes sociais. Mamadeira de piroca, comunismo no Brasil, ideologia de gênero, jesus gay ou pedófilo etc. Dizia-se que tudo isso vinha da oposição e que o candidato que estava na frente mudaria tudo isso e o Brasil seria reconstruído, ou destruído como o próprio presidente afirmou, logo após a posse, pois que o país estava quebrado. Dizia ele que o Brasil estava deixando de ser comunista. Quanta bobagem! Mas o Brasil que votou acreditou nisso.
E agora como estamos mais de dois anos depois?
No primeiro ano quase nada de melhor aconteceu Um governo nitidamente ideológico, que somente vê a ideologia nos outros. Um misto de políticos fascistas, falsos neoliberais, pseudo-conservadores e religiosos são empossados nas diversas esferas da administração pública. Sem contar os numerosos militares reformados e alguns raros na ativa que parecem não dinamizar em nada a administração pública.
Um governo de várias cabeças, muito preconceito, nenhuma ideia útil e muita incompetência. O governo cujo presidente não desceu do palanque.