Esse título nos lembra uma telenovela dos anos oitenta que conta a estória de um matuto bem popular que é manipulado por pessoas poderosas e é eleito. No poder, esse rebela-se contra os que o conduziram e que queriam continuar comandando, ganhando independência de escolha e posição política.
Corre nos bastidores da política brasileira a ideia de que faz-se necessário um salvador da pátria para acudir a política partidária. Alguém no cargo estratégico para que possam ver espelhadas as mesmas ideias que sustentam o país desde a constituição de 1989.
Os partidos políticos brasileiros como vemos hoje são em seu cerne propriedades de seus fundadores. Há o partido de A e B, o partido de C e D, etc. Não é à toa que há partido à venda. E há, consequentemente, quem esteja disposto a comprar.
Como essas instituições, com funções representativas da vontade dos diversos setores da sociedade, são conduzidas de forma autocrática, as vontades quase individuais de seus dirigentes, oligarcas, é que são levadas em conta. Nada importa a vontades e vozes de suas bases.
Nesse contexto, a realidade atual nos faz começar a compreender por que chegamos aqui onde estamos. A vontade de poder, de mando, de perpetuação do status inerentes a esses pequenos grupos, mesmo que alavancados pelo poder do povo, ao qual manipulam conforme suas necessidades insaciáveis, acabam por assassinar a boa ética; a ética da preocupação com nossas necessidades de forma individual e principalmente coletiva. Prevalece aqui então é ética do mal. A ética do que o que importam são os números e os resultados que esse números a eles trazem. Para eles o que importa é o agora e o "como estão"(status quo).
A bola não pode ter dono. Ou melhor, a bola deveria pertencer a todos que queiram participar desse jogo que é a vida. Condições, liberdade e oportunidades que tem ser dadas a cada indivíduo e esse deve escolher o melhor para si e para o mundo. Para que não apenas sobrevivam, mas que estejam vivos com dignidade e sendo felizes, sem precisar de um salvador da pátria que os leve ao engano e por consequência ao abismo.
Esse Blog objetiva apenas juntar retalhos de reflexões pessoais do autor sobre assuntos os mais diversos. Não tendo caráter científico, pode vir a conter incoerências. As informações deverão ser corrigidas logo que sejam percebidos erros; Quanto às ideias, podem ser sempre repensadas.
terça-feira, maio 09, 2017
domingo, abril 23, 2017
O perfeito e a imperfeição
Já dizia Fernando Pessoa :"O perfeito é desumano, porque o humano é imperfeito"
O perfeito é completo. Mas tudo na realidade está incompleto.
Todos têm corrido atrás da perfeição em tudo. Me lembra o burro andando atrás da cenoura que esta pendurado por sobre sua cabeça presa a carroça. Por mais que ele ande nunca vai a alcançar.
Ferramentas foram criadas para a cada dia atingirmos um grau maior de perfeição.
Vejam:
Mas a pergunta que não cala é: nos serve mesmo a perfeição? Somos incompletos, imperfeitos.
Imperfeito não é sinônimo de imprestável.
Imperfetio está mais para "feito com diferenças".
Dois quadros nunca serão iguais mesmo pintados pelo mesmo pintor. Eles podem parecer-se iguais, mas muitos detalhes não fugirão dos nossos olhares. Talves seja essa a graça: Saber que há alguém por trás daquele trabalho, que deu o melhor de si. Que os temperou com pitadas de humanidade. Isso faz deles peças únicas. Parecidos, mas com suas imperfeições.
Se todas as mulheres fossem perfeitas, se os homens fossem todos perfeitos, se tivéssemos os mesmo gostos, se tivéssemos as mesmas aparências como se fôssemos feitos em formas perfeitas, ah ... que chato seria! Seríamos como saídos de uma linha de montagem.
Há uma corrente de pensamento político-social que nos quer levar a padrões de comportamentos, de ações, de pensamentos, de aparência, etc. Padronizar vinhos? padronizar cores? formas? texturas? ideias?
Que bom que erramos tentando! Que bom que somos diferentes! Que bom que somos feios e bonitos! Produzimos algo imperfeito! Mas a próxima geração poderá melhorar e vai errar também.
O importante é querer e agir para acertar ou consertar.
Padrão é o contrário da arte. A arte é a diferença. O padrão é o costume que não varia. É, também, até certo ponto, a tradição.
O movimento é mudança. A mudança transforma. A transformação faz a diferença!
Como os franceses e ingleses dizem: "Vida longa para o diferente!" (Vive la différence!)
O perfeito é completo. Mas tudo na realidade está incompleto.
Todos têm corrido atrás da perfeição em tudo. Me lembra o burro andando atrás da cenoura que esta pendurado por sobre sua cabeça presa a carroça. Por mais que ele ande nunca vai a alcançar.
Ferramentas foram criadas para a cada dia atingirmos um grau maior de perfeição.
Vejam:
- Impressoaras! Elas pintam e desenham como nenhum pintor conseguiria com precisão tremenda em cores, linhas e tons.
- O sintetizadores de música eletrônica replicam os sons de instrumentos da vida real, e emitem sons até de instrumentos que não existem, com afinação e purezas impecáveis.
- Impressoras 3D moldam(imprimem) objetos desenhados virtualmente. Coisa impensável para um artista plástico ou escultor se atrever a concorrer com a precisão digital.
- A Inteligência Artificial(IA) começa a tomar decisões mais acertadas que nossas decisões.
- Robôs nas fábricas, não cansam, não fazem greves e executam tarefas repetitivas sem reclamar e com exatidão.
Mas a pergunta que não cala é: nos serve mesmo a perfeição? Somos incompletos, imperfeitos.
Imperfeito não é sinônimo de imprestável.
Imperfetio está mais para "feito com diferenças".
Dois quadros nunca serão iguais mesmo pintados pelo mesmo pintor. Eles podem parecer-se iguais, mas muitos detalhes não fugirão dos nossos olhares. Talves seja essa a graça: Saber que há alguém por trás daquele trabalho, que deu o melhor de si. Que os temperou com pitadas de humanidade. Isso faz deles peças únicas. Parecidos, mas com suas imperfeições.
Se todas as mulheres fossem perfeitas, se os homens fossem todos perfeitos, se tivéssemos os mesmo gostos, se tivéssemos as mesmas aparências como se fôssemos feitos em formas perfeitas, ah ... que chato seria! Seríamos como saídos de uma linha de montagem.
Há uma corrente de pensamento político-social que nos quer levar a padrões de comportamentos, de ações, de pensamentos, de aparência, etc. Padronizar vinhos? padronizar cores? formas? texturas? ideias?
Que bom que erramos tentando! Que bom que somos diferentes! Que bom que somos feios e bonitos! Produzimos algo imperfeito! Mas a próxima geração poderá melhorar e vai errar também.
O importante é querer e agir para acertar ou consertar.
Padrão é o contrário da arte. A arte é a diferença. O padrão é o costume que não varia. É, também, até certo ponto, a tradição.
O movimento é mudança. A mudança transforma. A transformação faz a diferença!
Como os franceses e ingleses dizem: "Vida longa para o diferente!" (Vive la différence!)
domingo, abril 16, 2017
Todos somos Negan
Essa semana eu tive vários sentimentos distintos ao constatar, com a revelação pública dos depoimentos dos delatores da Odebrecht, no que a política do Brasil se trasformou.
Nada que nós não já soubéssemos, bem lá atrás com as primeiras denúncias, com as gravações de escutas telefônicas, ou mesmo com o escândalo do Mensalão.
Os brasileiros adolescentes de minha época (anos 80/90) já cantávamos a música dos Paralamas Do Sucesso "Luís Inácio(300 picaretas)".
Àquelas alturas não sabíamos que Ele mesmo teria bebido da mesma água.
Mas é como o marido, ou a esposa, traídos. Sem a materialidade (a cueca ou calçinha na mão) ou uma confissão do "mardito" ou da "mardita", não acreddita que o inegável seja de fato verdade. Traidores Negam até a morte.
Quando vemos uma única empresa ter tantos tentáculos nos setores público e privadoe ter tanta influência a ponto de querer comprar não somente as leis mas partidos, não dá pra se sentir em um estado digno de orgulho.
O cidadão honesto brasileiro é a esposa traida. Me senti traído.
Outro sentimento que tive é o mesmo que os personagens do grupo de Rick, da série estadunidense que muitos assistem, The Walking Dead. No final da sua sexta temporada, quando, no ambiente apocalíptico que se passa a série, encotram uma comunidade que exerce o domínio sobre todas as outras comunidades ao seu redor a base de força e persuasão do seu líder. Todos os membros dessa comunidade se chamam Negan. Para todos os lados que vão: Negan. Não podem ter outtro nome se não Negan. Anulando toda sua individualidade em favor do líder Negan.
Então, todos são Negan.
Não importa quem elejamos para nos representar.
Ele será um Negan.
Como mudar isso?
Eu sinceramente não sei.
Nada que nós não já soubéssemos, bem lá atrás com as primeiras denúncias, com as gravações de escutas telefônicas, ou mesmo com o escândalo do Mensalão.
Os brasileiros adolescentes de minha época (anos 80/90) já cantávamos a música dos Paralamas Do Sucesso "Luís Inácio(300 picaretas)".
Àquelas alturas não sabíamos que Ele mesmo teria bebido da mesma água.
Mas é como o marido, ou a esposa, traídos. Sem a materialidade (a cueca ou calçinha na mão) ou uma confissão do "mardito" ou da "mardita", não acreddita que o inegável seja de fato verdade. Traidores Negam até a morte.
Quando vemos uma única empresa ter tantos tentáculos nos setores público e privadoe ter tanta influência a ponto de querer comprar não somente as leis mas partidos, não dá pra se sentir em um estado digno de orgulho.
O cidadão honesto brasileiro é a esposa traida. Me senti traído.
Outro sentimento que tive é o mesmo que os personagens do grupo de Rick, da série estadunidense que muitos assistem, The Walking Dead. No final da sua sexta temporada, quando, no ambiente apocalíptico que se passa a série, encotram uma comunidade que exerce o domínio sobre todas as outras comunidades ao seu redor a base de força e persuasão do seu líder. Todos os membros dessa comunidade se chamam Negan. Para todos os lados que vão: Negan. Não podem ter outtro nome se não Negan. Anulando toda sua individualidade em favor do líder Negan.
Então, todos são Negan.
Não importa quem elejamos para nos representar.
Ele será um Negan.
Como mudar isso?
Eu sinceramente não sei.
terça-feira, abril 11, 2017
A delação do fim do mundo.
Enfim a "delação do fim do mundo" chegou. No dia de hoje um ministro do supremo disponibilizou a lista com os nomes de políticos, na ativa ou não, que foram delatados por executivos da Odebrecht.
A nata da política brasileira foi denunciada. A elite que mandava, manda e desmanda os rumos da nação brasileira, decide o que fazer com o nosso dinheiro convertido em imposto, ou nossa crença em votos de esperança, transformados em poeira. Partidos vendidos. Leis compradas. Faziam o que queriam. O povo pensava que o governo era público. Nunca na história desse mundo ouvi falar sobre um governo tão privatizado. Políticos vendidos de corpo e alma ao capital privado das mais diversas empresas. Essas usufruiam de facilidades para ganhar dinheiro às custas do descaso com a coisa pública. Modificavam as leis conforme sua vontade particular. Onde sobra dinheiro para propinas, falta em hospitais populares, nas escola da criança que não tem a mesma oportunidade dos filhos daqueles que surrupiam o dinheiro do caixa público.
Ouvi uma frase hoje:"Tudo está contaminado". Pura verdade!
Nossa constituição foi modificada sem o respaldo do povo. A Constituição "cidadã" está esquartejada! Emendas foram compradas!
Eu não sei se vou ver esse sistema político melhorar um dia.
Consciente, estou, que não devo ter muitos anos para esperar por isso. Mas não custa sonhar que pelo menos as próximas gerações verão as pessoas serem tratadas por igual respeito, seus votos valerem de fato e representarem aqueles que neles creditaram uma fé de seriedade. Que todos venham a ter as mesmas oportunidades e a liberdade verdadeira de escolher seja lá o que for que queira escolher para as suas vidas.
Coisa certa: de hoje em diante somente engana-se com políticos quem quer realmente ser enganado ou que queira continuar enganando a si mesmo.
Querem terceirizar tudo. Querem nos impor uma lista fechada para votação.
Deveriam terceirizar o congresso. Só falta isso. Ja que eles dizem que é bom terceirizar, quem sabe assim as coisas passem a funcionar e com produtividade!
De novo, a rainha está nua!
A nata da política brasileira foi denunciada. A elite que mandava, manda e desmanda os rumos da nação brasileira, decide o que fazer com o nosso dinheiro convertido em imposto, ou nossa crença em votos de esperança, transformados em poeira. Partidos vendidos. Leis compradas. Faziam o que queriam. O povo pensava que o governo era público. Nunca na história desse mundo ouvi falar sobre um governo tão privatizado. Políticos vendidos de corpo e alma ao capital privado das mais diversas empresas. Essas usufruiam de facilidades para ganhar dinheiro às custas do descaso com a coisa pública. Modificavam as leis conforme sua vontade particular. Onde sobra dinheiro para propinas, falta em hospitais populares, nas escola da criança que não tem a mesma oportunidade dos filhos daqueles que surrupiam o dinheiro do caixa público.
Ouvi uma frase hoje:"Tudo está contaminado". Pura verdade!
Nossa constituição foi modificada sem o respaldo do povo. A Constituição "cidadã" está esquartejada! Emendas foram compradas!
Eu não sei se vou ver esse sistema político melhorar um dia.
Consciente, estou, que não devo ter muitos anos para esperar por isso. Mas não custa sonhar que pelo menos as próximas gerações verão as pessoas serem tratadas por igual respeito, seus votos valerem de fato e representarem aqueles que neles creditaram uma fé de seriedade. Que todos venham a ter as mesmas oportunidades e a liberdade verdadeira de escolher seja lá o que for que queira escolher para as suas vidas.
Coisa certa: de hoje em diante somente engana-se com políticos quem quer realmente ser enganado ou que queira continuar enganando a si mesmo.
Querem terceirizar tudo. Querem nos impor uma lista fechada para votação.
Deveriam terceirizar o congresso. Só falta isso. Ja que eles dizem que é bom terceirizar, quem sabe assim as coisas passem a funcionar e com produtividade!
De novo, a rainha está nua!
segunda-feira, março 20, 2017
Lista fechada
Eu fico pensando como seria desinteressante ir ao supermercado precisando comprar café e ficar sabendo que somente poderá comprar o café se levar junto pra casa o detergente, waffer, salsicha, farofa e pra completar o exemplo leite, todos produzidos por uma única empresa X.
Sem nem mesmo o direito de escolher pela qualidade de outros fabricantes Y ou Z, teríamos que escolher entre os fabricantes X, Y ou Z e não pelos produtos individualmete, independente do fabricante ou da qualidade daqueles produtos.
Se o café nos agradar, mas a farofa ou algo mais da lista for uma "droga de ruim" só restaria lamentar até a próxima compra.
É bem isso que percebo que estarão fazendo ao adotar a lista fechada para eleições. Perderemos o poder de decidir, de escolher. É exatamente disso que se trata: perda de poder do eleitor.
Além do que o dono da bola, o "dono" do partido escolherá a lista fechada. Se já ouvia-se falar na ditadura do judiciário, essa será a nova ditadura: a dos partidos e dos donos das bolas.
Pobres de nós que acreditamos ainda em algo de bom na política. Melhoras? Penso que isso não para essa geração...
Sem nem mesmo o direito de escolher pela qualidade de outros fabricantes Y ou Z, teríamos que escolher entre os fabricantes X, Y ou Z e não pelos produtos individualmete, independente do fabricante ou da qualidade daqueles produtos.
Se o café nos agradar, mas a farofa ou algo mais da lista for uma "droga de ruim" só restaria lamentar até a próxima compra.
É bem isso que percebo que estarão fazendo ao adotar a lista fechada para eleições. Perderemos o poder de decidir, de escolher. É exatamente disso que se trata: perda de poder do eleitor.
Além do que o dono da bola, o "dono" do partido escolherá a lista fechada. Se já ouvia-se falar na ditadura do judiciário, essa será a nova ditadura: a dos partidos e dos donos das bolas.
Pobres de nós que acreditamos ainda em algo de bom na política. Melhoras? Penso que isso não para essa geração...
quarta-feira, março 15, 2017
O dono da bola
Nos meus tempos de criança, quem possuia uma bola poderia escolher o time que iria jogar. Normalmente escolhia os melhores jogadores. Os "pernas de paus" como eu ficavam de fora. No máximo serviam de gandula, resposǘel por pegar a bola quando essa saia das 4 linhas(quando existiam, pois normalmente jogávamos no meio da rua, quase sempre uma ladeira). A bola ia longe.
Ser o dono da bola significava ter poder.
Quem já se divertiu jogando bola, ou outro tipo de jogo recreativo, sabe que há regras a seguir, por mais simples que essas sejam. è inadmissível mudar as regras durante a partida ou até mudá-las depois do fim da partida, com o porpósito que colher um resultado normalmente a seu favor. Nem o dono da bola ousava mudar as regras.
Vejo semelhanças dessas situações simples com o que acontece na nossa política ultimamente. Congressistas tentando mudar a lei para fatos consumados no passado com o intuito de se livrarem das penas previstas em lei. Leis redigidas por essas mesmas intituições com a finalidade de coibir esses mesmo fatos criminosos consumados na calada da noite.
É essa a vantagem de ser o dono da bola. Poder legislar em causa própria, mesmo que de maneira velada. Faz de conta que ninguem percebe suas reais intenções. Seja pra aumentar salário ou pra descriminalizar atos de corrupção, mudar regras do jogo durante o jogo ou depois de terminado o tmepo regulamentar é trapacear, ser maladro.
Ser o dono da bola significava ter poder.
Quem já se divertiu jogando bola, ou outro tipo de jogo recreativo, sabe que há regras a seguir, por mais simples que essas sejam. è inadmissível mudar as regras durante a partida ou até mudá-las depois do fim da partida, com o porpósito que colher um resultado normalmente a seu favor. Nem o dono da bola ousava mudar as regras.
Vejo semelhanças dessas situações simples com o que acontece na nossa política ultimamente. Congressistas tentando mudar a lei para fatos consumados no passado com o intuito de se livrarem das penas previstas em lei. Leis redigidas por essas mesmas intituições com a finalidade de coibir esses mesmo fatos criminosos consumados na calada da noite.
É essa a vantagem de ser o dono da bola. Poder legislar em causa própria, mesmo que de maneira velada. Faz de conta que ninguem percebe suas reais intenções. Seja pra aumentar salário ou pra descriminalizar atos de corrupção, mudar regras do jogo durante o jogo ou depois de terminado o tmepo regulamentar é trapacear, ser maladro.
quinta-feira, março 09, 2017
O último da fila
Vivemos tempos de delação.
Ação não muito nobre, normalmente feita às escondidas e que revela algo que alguém não quereria que fosse tornado público, a delação premiada, em âmbito jurídico, notadamente, vem transformado-se em uma troca de favores entre o juiz e o réu.
Já dizia um amigo meu: "sem ajuda da sociedade a maioria dos crimes não seriam solucionados, nem a maior parte dos criminosos levados a juízo".
É com auxĩlio de pessoas comuns que reportam, muitas vezes de forma não oficial, mesmo que anonimamente, a pressença de foragidos ou testemunham fatos ocorridos que levam a elucidação de crimes que de outro modo se tornariam verdadeiros mistérios.
Mas voltando a delação premiada, quando um criminoso conta com maior detalhes fatos que ajudam na elucidação das rotinas de crimes perpetrados e que envolvem mais pessoas além do delator, cabe a esse um perdão proporcional à qualidade de suas revelações.
A grosso modo, algo louvável para o poder juduciário a contribuição da delação pra desvendar os mistérios de crimes guardados a sete chaves.
Entretanto o que temos visto é uma sequência de delações que parece mais uma quadrilha junina: O sujeito A denunicia o sujeito B(A recebe um desconto na pena, quando condenado), B denuncia C(recebe alguma vantagem na pena, se condenado), C denuncia D(C recebe também vantagens), ..., e o último da fila é que poderá ter sua pena completamente aplicada conforme dita a lei.
Desse modo, isso parece mais uma fila no ponto de ônibus, que quando lotado o coletivo, fecham-se as portas e os últimos da fila ficam para trás.
Ação não muito nobre, normalmente feita às escondidas e que revela algo que alguém não quereria que fosse tornado público, a delação premiada, em âmbito jurídico, notadamente, vem transformado-se em uma troca de favores entre o juiz e o réu.
Já dizia um amigo meu: "sem ajuda da sociedade a maioria dos crimes não seriam solucionados, nem a maior parte dos criminosos levados a juízo".
É com auxĩlio de pessoas comuns que reportam, muitas vezes de forma não oficial, mesmo que anonimamente, a pressença de foragidos ou testemunham fatos ocorridos que levam a elucidação de crimes que de outro modo se tornariam verdadeiros mistérios.
Mas voltando a delação premiada, quando um criminoso conta com maior detalhes fatos que ajudam na elucidação das rotinas de crimes perpetrados e que envolvem mais pessoas além do delator, cabe a esse um perdão proporcional à qualidade de suas revelações.
A grosso modo, algo louvável para o poder juduciário a contribuição da delação pra desvendar os mistérios de crimes guardados a sete chaves.
Entretanto o que temos visto é uma sequência de delações que parece mais uma quadrilha junina: O sujeito A denunicia o sujeito B(A recebe um desconto na pena, quando condenado), B denuncia C(recebe alguma vantagem na pena, se condenado), C denuncia D(C recebe também vantagens), ..., e o último da fila é que poderá ter sua pena completamente aplicada conforme dita a lei.
Desse modo, isso parece mais uma fila no ponto de ônibus, que quando lotado o coletivo, fecham-se as portas e os últimos da fila ficam para trás.
quarta-feira, fevereiro 15, 2017
Discurso de ódio
Hate speech, no inglês, proferidos pelos chamados haters, disseminando discriminação e podendo provocar violência, já que ofende em geral, pessoas passíveis de serem oprimidos por estarem muitas vezes em minoria ou em estado de marginalização ou alguma forma de inferioridade.
Os haters se amparam em muitos casos nas leis que dão lhes o direito a expressão livre. Mas esse direito de expressão não pode ser livre de limites.
O discurso de ódio, como a própria expressão diz, dissemina ódio sem uma razão de ser, causando no alvo dos discursos consequências as vezes desastrosas.
Esse falar, ao contrário de chamar ao debate, objetiva mesmo é calar a vítima desse ódio proferido. Os que, em alta voz, difundem o discurso de ódio, chamados as vezes de politicamente incorretos, o utilizam para cercear direitos daqueles que são seus meros objetos de ódio.
Uma das mais conhecidas modalidades de discurso de ódio é o bullying. Outros exemplos de discurso político de ódio que não podemos esquecer são o nazismo e o fascismo que oprimiram populações e etnias inteiras no século passado.
Os haters se amparam em muitos casos nas leis que dão lhes o direito a expressão livre. Mas esse direito de expressão não pode ser livre de limites.
O discurso de ódio, como a própria expressão diz, dissemina ódio sem uma razão de ser, causando no alvo dos discursos consequências as vezes desastrosas.
Esse falar, ao contrário de chamar ao debate, objetiva mesmo é calar a vítima desse ódio proferido. Os que, em alta voz, difundem o discurso de ódio, chamados as vezes de politicamente incorretos, o utilizam para cercear direitos daqueles que são seus meros objetos de ódio.
Uma das mais conhecidas modalidades de discurso de ódio é o bullying. Outros exemplos de discurso político de ódio que não podemos esquecer são o nazismo e o fascismo que oprimiram populações e etnias inteiras no século passado.
sexta-feira, janeiro 13, 2017
Sinceridade
Citação atribuída a Oscar Wilde:
"Pouca sinceridade é uma coisa perigosa, e muita sinceridade é absolutamente fatal"
Ouço pessoas influentes falarem sobre ser essa época em que vivemos o momento do pós-verdade(“post-truth”).
De fato, tem aparecido tantas mentiras e tantas verdades, todas misturadas, sobre os mais diversos tópicos.
Ditas por indivíduos ou até por pessoas que representam entidades até então respeitáveis, uma mentira não se torna verdade, mas pode ser motivo de forte influência para decisões importantes para a vida em sociedade.
A imprensa, seja falada, escrita ou televisada, desde sua invenção, foi e tem sido um veículo divulgador de acontecimentos; porém, antes disso, costumeiramente foi responsável por checar a veracidade das narrativas que trará em seus comunicados.
A imprensa sofre com a concorrência de diversas mídias diferentes e ecoam verdades que as vezes somente existem na cabeça de quem as idealiza, marjoritariamente com interesses bem objetivos nos ecos que conseguirá.
É a imprensa responsável por manter a sobriedade e resgatar a verdade dos fatos e não aceitar a tentação da influência de uma mão ou de outra por interesses subjetivos e excusos.
O veículo divulgador que pautar-se pela fala da verdade ganhará quanto mais preciso, mais credibilidade. E credibilidade não tem preço.
As aparências nunca enganaram tanto e tantas pessoas ao mesmo tempo.
Não pode existir um pós-verdade a não ser no boca a boca de pessoas mal informadas ou que desejem ser ser iludidas.
O ponto crucial de toda a comunicação humana tem que ser o fato, a sinceridade.
É assim que ganhamos confiança um dos outros. É assim que aprendemos a nos respeitar como pares.
Então, a verdade não pode perder importância, face ao sensacionalismo e à meia verdade.
Os nossos delírios, por mais românticos que sejam, não podem substituir os fatos narrados com a acuracidade que lhes é pertinente.
A verdade é como ar que respiramos.
Precisamos que volte o respeito à verdade nas mídias. Precisamos respirar fatos reais.
"Pouca sinceridade é uma coisa perigosa, e muita sinceridade é absolutamente fatal"
Ouço pessoas influentes falarem sobre ser essa época em que vivemos o momento do pós-verdade(“post-truth”).
De fato, tem aparecido tantas mentiras e tantas verdades, todas misturadas, sobre os mais diversos tópicos.
Ditas por indivíduos ou até por pessoas que representam entidades até então respeitáveis, uma mentira não se torna verdade, mas pode ser motivo de forte influência para decisões importantes para a vida em sociedade.
A imprensa, seja falada, escrita ou televisada, desde sua invenção, foi e tem sido um veículo divulgador de acontecimentos; porém, antes disso, costumeiramente foi responsável por checar a veracidade das narrativas que trará em seus comunicados.
A imprensa sofre com a concorrência de diversas mídias diferentes e ecoam verdades que as vezes somente existem na cabeça de quem as idealiza, marjoritariamente com interesses bem objetivos nos ecos que conseguirá.
É a imprensa responsável por manter a sobriedade e resgatar a verdade dos fatos e não aceitar a tentação da influência de uma mão ou de outra por interesses subjetivos e excusos.
O veículo divulgador que pautar-se pela fala da verdade ganhará quanto mais preciso, mais credibilidade. E credibilidade não tem preço.
As aparências nunca enganaram tanto e tantas pessoas ao mesmo tempo.
Não pode existir um pós-verdade a não ser no boca a boca de pessoas mal informadas ou que desejem ser ser iludidas.
O ponto crucial de toda a comunicação humana tem que ser o fato, a sinceridade.
É assim que ganhamos confiança um dos outros. É assim que aprendemos a nos respeitar como pares.
Então, a verdade não pode perder importância, face ao sensacionalismo e à meia verdade.
Os nossos delírios, por mais românticos que sejam, não podem substituir os fatos narrados com a acuracidade que lhes é pertinente.
A verdade é como ar que respiramos.
Precisamos que volte o respeito à verdade nas mídias. Precisamos respirar fatos reais.
quinta-feira, dezembro 22, 2016
Quando devemos "temer" o som do "trumpete"
Há muita gente torcendo para que logo acabe o ano. É temor que algo mais de ruim possa somar-se a tudo aquilo que já tornou-se fato lamentável nos trezentos e tantos dias que já se contam desde o dia da confraternização universal de 2016.
Nada garante que 2017 seja um ano melhor. Muito pelo contrário. Sabe-se sim, de antemão, que o primeiro semestre vai ser de muita dificuldade, seja ela política, econômica e/ou social.
Há coisas que não podemos negar:
Alice agora já sabe que não está no país das maravilhas, terra onde os recursos são infinitos, onde não vale mais o Faz de Conta da política. Não vale mais o Faz de Conta que somos todos honestos, principalmente os que fazem as leis. Nem vale o Faz de Conta que temos justiça imparcial e que essa está a um degrau da divindade.
Em verdade, percebemos que em 2016 a justiça ao invés de cega, ficou de olhos arregalados e torce por um time de futebol.
Muitos anos atrás escrevi o que pensava sobre o que o Obama iria fazer na América do Norte. Se bem me lembro, opinei dizendo que não haveria nenhuma mudança nos destinos do mundo a depender de que um governante do Norte fosse esse branco ou negro, republicano ou democrata, pois o que esses carregam em si é a cultura de seu país. Então esperar mudanças de peixe se a pescaria acontece sempre no mesmo lago é um pouco infrutífero e inútil.
O que devemos temer é a falsidade, a inveja e a loucura. Não que os dois primeiros itens não estejam contidos no último.
Em princípio devemos evitar as paixões. Torcer por algo ou alguém somente por paixão não nos faz enxergar seus defeitos mais evidentes.
A política não deve-se permitir à paixão.
O amor avalia os erros. A paixão nem os vê.
Que toquem os "trumpetes" e suas más vontades, não temeis os dias que virão, pois no fim deles o que prevalecerá será apenas a verdade.
Nada garante que 2017 seja um ano melhor. Muito pelo contrário. Sabe-se sim, de antemão, que o primeiro semestre vai ser de muita dificuldade, seja ela política, econômica e/ou social.
Há coisas que não podemos negar:
Alice agora já sabe que não está no país das maravilhas, terra onde os recursos são infinitos, onde não vale mais o Faz de Conta da política. Não vale mais o Faz de Conta que somos todos honestos, principalmente os que fazem as leis. Nem vale o Faz de Conta que temos justiça imparcial e que essa está a um degrau da divindade.
Em verdade, percebemos que em 2016 a justiça ao invés de cega, ficou de olhos arregalados e torce por um time de futebol.
Muitos anos atrás escrevi o que pensava sobre o que o Obama iria fazer na América do Norte. Se bem me lembro, opinei dizendo que não haveria nenhuma mudança nos destinos do mundo a depender de que um governante do Norte fosse esse branco ou negro, republicano ou democrata, pois o que esses carregam em si é a cultura de seu país. Então esperar mudanças de peixe se a pescaria acontece sempre no mesmo lago é um pouco infrutífero e inútil.
O que devemos temer é a falsidade, a inveja e a loucura. Não que os dois primeiros itens não estejam contidos no último.
Em princípio devemos evitar as paixões. Torcer por algo ou alguém somente por paixão não nos faz enxergar seus defeitos mais evidentes.
A política não deve-se permitir à paixão.
O amor avalia os erros. A paixão nem os vê.
Que toquem os "trumpetes" e suas más vontades, não temeis os dias que virão, pois no fim deles o que prevalecerá será apenas a verdade.
segunda-feira, outubro 03, 2016
Pseudo Rigor
A frase "procurar uma agulha num palheiro" ilustra bem o exemplo de que não devamos fazer um experimento esperando e defendendo o resultado final sem que se passe pelas premissas, pelo rigor do método analítico. De outro modo, esse processo ao meu ver estará contaminado.
Lutar de todo modo para que o resultado seja o que queiramos, custe o que custar implicará em fazer-nos lançar mão de artifícios que deem um ar de confiabilidade, um certo respaldo, ao que dirá-se daquele elemento comprobatório.
É assim que o "pseudorigorismo" veste a mentira com o "manto" da verdade. E a mentira passa a ter cara de verdade, cheiro de verdade, gosto de verdade, mas mentira continuará sendo, a despeito de quem acredita nela.
Há quem use um tecnicismo exagerado para disfarçar a incoerência do pensamento ao defender uma lógica que nasce sem base que a sustente.
Digamos que ao procurar a agulha, estamos convictos que a tal agulha realmente existe e está lá perdida entre as palhas. Quem defende a existência da agulha e, por consequência, a sua busca no palheiro, para comprovar sua hipotética existência, poderá usar de subterfúgios para alcançar o objetivo do convencimento. Se a agulha não é encontrada logo se faz levar a crer que agulha não exatamente aquilo que se diz dela. Pode ser uma palha mais rígida, um talo grosso. Redefini-se o ser agulha. Tudo para continuar certo que sua verdade prevalecerá. Então todo cuidado é pouco para não confundir alhos com bugalhos.
Lutar de todo modo para que o resultado seja o que queiramos, custe o que custar implicará em fazer-nos lançar mão de artifícios que deem um ar de confiabilidade, um certo respaldo, ao que dirá-se daquele elemento comprobatório.
É assim que o "pseudorigorismo" veste a mentira com o "manto" da verdade. E a mentira passa a ter cara de verdade, cheiro de verdade, gosto de verdade, mas mentira continuará sendo, a despeito de quem acredita nela.
Há quem use um tecnicismo exagerado para disfarçar a incoerência do pensamento ao defender uma lógica que nasce sem base que a sustente.
Digamos que ao procurar a agulha, estamos convictos que a tal agulha realmente existe e está lá perdida entre as palhas. Quem defende a existência da agulha e, por consequência, a sua busca no palheiro, para comprovar sua hipotética existência, poderá usar de subterfúgios para alcançar o objetivo do convencimento. Se a agulha não é encontrada logo se faz levar a crer que agulha não exatamente aquilo que se diz dela. Pode ser uma palha mais rígida, um talo grosso. Redefini-se o ser agulha. Tudo para continuar certo que sua verdade prevalecerá. Então todo cuidado é pouco para não confundir alhos com bugalhos.
sexta-feira, setembro 23, 2016
Voltando à caverna
A maioria das pessoas já ouviu falar sobre o "mito da caverna" de Platão, pensador que viveu séculos antes de Cristo. A tal alegoria(metáfora) nos fala sobre os dois sentidos mais importantes do ser humano: a razão e a emoção.
Nessa estória um indivíduo descobre outras verdades diferentes da sua ao ver sombras que provem de fora da caverna onde ele está, projetadas nas paredes do interior da caverna. E em um dado momento consegue sair da caverna e explorar o seu exterior. Percebendo então que imaginava o que fossem as sombras projetadas mas se dá conta de que são coisas completamente diferentes do imaginado. Uma vez que saiu da caverna, dificilmente alguém quer voltar para o interior, se não para buscar mais gente para sair dela.
Assim é o conhecimento: quando adquirimos, por mais ridicularizados que sejamos, por quem não o tem ainda, dificilmente quereremos abandoná-lo.
Porém, vejo que em pleno século XXI, vemos pessoas que fazem questão de manter na caverna pessoas, assim perpetuando-as sob o seu domínio, já que esses não conhecem a verdade. Ao ignorante é fácil de escravizar, manipular, controlar de todas as formas, sem que nem mesmo esse perceba o que se passa consigo.
No momento que um governo quer ditar na base da caneta leis do que deseja para educação, escolhendo por si mesmo o que é melhor para os cidadãos aprender sem discussão nenhuma, equivale a forçar que os indivíduos voltem ao interior da caverna. É bom pensar bem sobre isso. Esse tipo governo não pode ser chamado de democracia. A democracia da ponta do lápis me causa arrepios. Me faz lembrar da democracia da ponta das baionetas.
Nessa estória um indivíduo descobre outras verdades diferentes da sua ao ver sombras que provem de fora da caverna onde ele está, projetadas nas paredes do interior da caverna. E em um dado momento consegue sair da caverna e explorar o seu exterior. Percebendo então que imaginava o que fossem as sombras projetadas mas se dá conta de que são coisas completamente diferentes do imaginado. Uma vez que saiu da caverna, dificilmente alguém quer voltar para o interior, se não para buscar mais gente para sair dela.
Assim é o conhecimento: quando adquirimos, por mais ridicularizados que sejamos, por quem não o tem ainda, dificilmente quereremos abandoná-lo.
Porém, vejo que em pleno século XXI, vemos pessoas que fazem questão de manter na caverna pessoas, assim perpetuando-as sob o seu domínio, já que esses não conhecem a verdade. Ao ignorante é fácil de escravizar, manipular, controlar de todas as formas, sem que nem mesmo esse perceba o que se passa consigo.
No momento que um governo quer ditar na base da caneta leis do que deseja para educação, escolhendo por si mesmo o que é melhor para os cidadãos aprender sem discussão nenhuma, equivale a forçar que os indivíduos voltem ao interior da caverna. É bom pensar bem sobre isso. Esse tipo governo não pode ser chamado de democracia. A democracia da ponta do lápis me causa arrepios. Me faz lembrar da democracia da ponta das baionetas.
quinta-feira, setembro 22, 2016
Imprensa Livre, pero no mucho livre
Imagino uma situação: um cidadão que nasceu e vive em um país que tem constituído em suas leis a liberdade de ir e vir. Imagino ainda que esse cidadão pertence a uma família que em seus costumes e cultura haja um modelo rígido de educação na qual não lhe é permitido a seus sair de suas casas a não ser que tenham uma ordem específica de membros mais idosos com motivo que o justifique.
Vejo um paradoxo ai: Ser livre em seu país. Poder ir e vir. E, no entanto em sua própria casa está condenado a um regime que o prende a uma área limitada.
Mas alguém poderia dizer que para esse indivíduo libertar-se apenas haveria de ter vontade própria e sair desse desse meio, desse convívio, ou comunidade a qual pertece e desfrutar da liberdade que fornece as leis desse seu país.
Mas isso não seria tão fácil, posto que ele dependa dessa mesma comunidade para sobreviver, para relacionar-se com seus pares, para divertir-se ao modo que já está acostumado. Somando a isso vemos que ele deixa-se subjulgar, espontâneamente e nem memso sente que está preso.
Assim imagino a imprensa dita "livre" que seja de propriedade de mega-empresas de comuicação. Limites editoriais são estipulados e, muitas vezes contrata-se e paga-se melhor a quem tende a falar o que os donos querem ler, ver ou ouvir em seus veículos, fabricando notícias que nem sempre correspondem aos menores traços de realidade vivenciados por essa sociedade.
Uma impresa livre deveria ser alguma coisa como uma janela para a realidade. Trazer pra mais próximo do cidadão comum o que realmente acontece em meio a sociedade em que esse vive e portanto torne-o participe de tudo que acontece em seu bairro, cidade, estado, no seu país e fora dele.
O que vemos realmente hoje em dia são notícias que já vem interpretadas. Comparo a uma comida que alguém já houvesse provado e que dissesse pra gente o que se é boa ou ruim e depois nos enfiasse garganta a dentro sem nem mesmo passar pela língua para que não pudéssemos sentir o seu verdadeiro sabor. Se não sentirmos, como saber se é bom ou ruim?
Para esses é confortável que fôssemos cabeças que não pensam. Computadores que possam ser programados a achar o certo o que eles acham que é certo.
Portanto, "não confunda alhos com bugalhos" ou não confunda "Impressa Livre de Verdade com Imprensa Livre da Verdade".
Vejo um paradoxo ai: Ser livre em seu país. Poder ir e vir. E, no entanto em sua própria casa está condenado a um regime que o prende a uma área limitada.
Mas alguém poderia dizer que para esse indivíduo libertar-se apenas haveria de ter vontade própria e sair desse desse meio, desse convívio, ou comunidade a qual pertece e desfrutar da liberdade que fornece as leis desse seu país.
Mas isso não seria tão fácil, posto que ele dependa dessa mesma comunidade para sobreviver, para relacionar-se com seus pares, para divertir-se ao modo que já está acostumado. Somando a isso vemos que ele deixa-se subjulgar, espontâneamente e nem memso sente que está preso.
Assim imagino a imprensa dita "livre" que seja de propriedade de mega-empresas de comuicação. Limites editoriais são estipulados e, muitas vezes contrata-se e paga-se melhor a quem tende a falar o que os donos querem ler, ver ou ouvir em seus veículos, fabricando notícias que nem sempre correspondem aos menores traços de realidade vivenciados por essa sociedade.
Uma impresa livre deveria ser alguma coisa como uma janela para a realidade. Trazer pra mais próximo do cidadão comum o que realmente acontece em meio a sociedade em que esse vive e portanto torne-o participe de tudo que acontece em seu bairro, cidade, estado, no seu país e fora dele.
O que vemos realmente hoje em dia são notícias que já vem interpretadas. Comparo a uma comida que alguém já houvesse provado e que dissesse pra gente o que se é boa ou ruim e depois nos enfiasse garganta a dentro sem nem mesmo passar pela língua para que não pudéssemos sentir o seu verdadeiro sabor. Se não sentirmos, como saber se é bom ou ruim?
Para esses é confortável que fôssemos cabeças que não pensam. Computadores que possam ser programados a achar o certo o que eles acham que é certo.
Portanto, "não confunda alhos com bugalhos" ou não confunda "Impressa Livre de Verdade com Imprensa Livre da Verdade".
quarta-feira, setembro 07, 2016
Pontes e Muros
Não faz muito tempo que vi muros caírem em nome da liberdade e da democracia.
Um desses reunificou a Alemanha, que viu-se dividida depois da Segunda Guerra Mundial.
Foi em Berlim o grande ato simbólico da derrubada do "muro da vergonha"(09/11/1989) que separavam duas ideias, ambas nem tão certas e nem tão equivocadas assim.
Se por um lado o símbolo era o capitalismo dos sonhos e do consumismo, d'outro havia o símbolo do fracasso comunista autoritário.
Não importa onde esteja o ser humano, estando consciente disso ou não, busca incessantemente por liberdade pessoal.
Liberdade pra fazer escolhas.
Cercear o direito de escolha de qualquer pessoa, individual ou coletivamente, é como alimentar com calor uma panela hermeticamente fechada. Ela deverá explodir em algum momento. Isso pode ser lido por toda a história da civilização.
Mas é com tristeza que vemos atualmente governos construírem ou a quererem construir novos muros.
Basta ler as notícias veiculadas nos últimos tempos. Por exemplo: pensam em construir um muro separando o México dos EUA; fala-se em erguer um muro próximo da entrada do túnel ferroviário do canal da mancha entre Inglaterra e França, construção de um muro entre a Áustria e Itália, entre outros. Nesses três casos pra barrar imigração ilegal.
O mundo onde se constroem barreiras não é um mundo consistente com os direitos e liberdade do ser humano.
Construir muros, nesses casos, não é muito inteligente porque não age sobre a causa do problema: a migração.
Quem migra geralmente busca uma melhora com a mudança de lugar. Tem esperança. Quer viver.
Murar é pensar no agora. É a solução mais fácil.
De forma inteligente, devemos pensar no amanhã, estudar as causas, a raiz do problema migratório.
O viver é construir pontes para o futuro.
Os problemas dos outros poderão vir a bater à nossa porta em algum momento do futuro.
Uma vez escutei de alguém que todo mundo tem responsabilidade com o que acontece de errado. Cada qual com seu peso.
Não podemos cruzar os braços e "assistir de camarote" pessoas se matarem, ou mesmo alguém passar mal sem ao menos dar atenção ou chamar um socorro, por exemplo.
Assim deve ser o trato entre as nações. Se nossos vizinhos passam por problemas, esses mesmos problemas poderão afetar-nos de alguma maneira cedo ou tarde.
Construir pontes é muitas vezes a solução. Pontes da razão e não de populismo.
O populismo busca o sucesso e aprovação popular momentânea. Mas o momento passa querendo-se ou não.
Um desses reunificou a Alemanha, que viu-se dividida depois da Segunda Guerra Mundial.
Foi em Berlim o grande ato simbólico da derrubada do "muro da vergonha"(09/11/1989) que separavam duas ideias, ambas nem tão certas e nem tão equivocadas assim.
Se por um lado o símbolo era o capitalismo dos sonhos e do consumismo, d'outro havia o símbolo do fracasso comunista autoritário.
Não importa onde esteja o ser humano, estando consciente disso ou não, busca incessantemente por liberdade pessoal.
Liberdade pra fazer escolhas.
Cercear o direito de escolha de qualquer pessoa, individual ou coletivamente, é como alimentar com calor uma panela hermeticamente fechada. Ela deverá explodir em algum momento. Isso pode ser lido por toda a história da civilização.
Mas é com tristeza que vemos atualmente governos construírem ou a quererem construir novos muros.
Basta ler as notícias veiculadas nos últimos tempos. Por exemplo: pensam em construir um muro separando o México dos EUA; fala-se em erguer um muro próximo da entrada do túnel ferroviário do canal da mancha entre Inglaterra e França, construção de um muro entre a Áustria e Itália, entre outros. Nesses três casos pra barrar imigração ilegal.
O mundo onde se constroem barreiras não é um mundo consistente com os direitos e liberdade do ser humano.
Construir muros, nesses casos, não é muito inteligente porque não age sobre a causa do problema: a migração.
Quem migra geralmente busca uma melhora com a mudança de lugar. Tem esperança. Quer viver.
Murar é pensar no agora. É a solução mais fácil.
De forma inteligente, devemos pensar no amanhã, estudar as causas, a raiz do problema migratório.
O viver é construir pontes para o futuro.
Os problemas dos outros poderão vir a bater à nossa porta em algum momento do futuro.
Uma vez escutei de alguém que todo mundo tem responsabilidade com o que acontece de errado. Cada qual com seu peso.
Não podemos cruzar os braços e "assistir de camarote" pessoas se matarem, ou mesmo alguém passar mal sem ao menos dar atenção ou chamar um socorro, por exemplo.
Assim deve ser o trato entre as nações. Se nossos vizinhos passam por problemas, esses mesmos problemas poderão afetar-nos de alguma maneira cedo ou tarde.
Construir pontes é muitas vezes a solução. Pontes da razão e não de populismo.
O populismo busca o sucesso e aprovação popular momentânea. Mas o momento passa querendo-se ou não.
sábado, agosto 27, 2016
Golpe? nada! Maladragem. Isso sim!
O golpe, nas artes marciais é um movimento que podemos executar com objeto ou parte de nosso corpo em direção a um adversário com a intenção objetiva de causar danos ou provocar um efeito danoso. Assim existem vários tipos de golpe seja com as mãos, pés, cabeça, até as nádegas.
Acredito que levaram esse conceito para política, tanto que a tradução para alemão é Putsch e para o francês Coup também é golpe.
Golpear quem está no poder para desse tomar as rédeas do estado.
Normalmente um golpe de estado se dá por vias de violência. Seja essa violência física ou violência contra as leis e instituições vigentes.
Outro coisa a observar-se no golpe é que esse é executado por quem normalmente não teria respaldo popular para exercê-lo e que conhece bem as leis e dela se aproveitará de uma forma ou de outra.
Posto o golpe, geralmente na tomada do poder se proclamam novas leis ou se revogam parte das atuais, para dar respaldo jurídico para as ações que serão tomadas no presente e no futuro, para também manter o status quo doravante e para dar ar de legalidade ao golpe.
Acredito que levaram esse conceito para política, tanto que a tradução para alemão é Putsch e para o francês Coup também é golpe.
Golpear quem está no poder para desse tomar as rédeas do estado.
Normalmente um golpe de estado se dá por vias de violência. Seja essa violência física ou violência contra as leis e instituições vigentes.
Outro coisa a observar-se no golpe é que esse é executado por quem normalmente não teria respaldo popular para exercê-lo e que conhece bem as leis e dela se aproveitará de uma forma ou de outra.
Posto o golpe, geralmente na tomada do poder se proclamam novas leis ou se revogam parte das atuais, para dar respaldo jurídico para as ações que serão tomadas no presente e no futuro, para também manter o status quo doravante e para dar ar de legalidade ao golpe.
quinta-feira, agosto 18, 2016
Doença
Ausência de saúde. Ao chegar a essa condição, o ser poderá ter suas funções físicas e, consequentemente, mentais modificadas.
O ser doente é um violão que ora está desafinado. Já não emite suas notas musicais como d'antes.
A doença é algo que desiquilibra.
Ouvimos falar em doenças. Rios doentes, plantas doentes, animais doentes, pessoas doentes, planeta enfermo, etc.
O equilíbrio é a saúde.
Emmanuel Kant soube dosar equilíbrio entre a razão e a emoção.
Na maior parte do tempo, no dia a dia, usamos a emoção. Agimos como estando no "piloto automático". Não nos questionamos por fazermos o que fazemos.
Estamos limitados pelo que conhecemos, pelo que estamos acostumados, pelo que aprendemos e pelo que fomos influenciados a fazer.
Somente o questionamento sobre as atitudes de cada um de nós poderia nos colocar no caminho do equilíbrio em relação a tudo que nos cerca e, então, em relaçao a nós mesmos.
O ser doente é um violão que ora está desafinado. Já não emite suas notas musicais como d'antes.
A doença é algo que desiquilibra.
Ouvimos falar em doenças. Rios doentes, plantas doentes, animais doentes, pessoas doentes, planeta enfermo, etc.
O equilíbrio é a saúde.
Emmanuel Kant soube dosar equilíbrio entre a razão e a emoção.
Na maior parte do tempo, no dia a dia, usamos a emoção. Agimos como estando no "piloto automático". Não nos questionamos por fazermos o que fazemos.
Estamos limitados pelo que conhecemos, pelo que estamos acostumados, pelo que aprendemos e pelo que fomos influenciados a fazer.
Somente o questionamento sobre as atitudes de cada um de nós poderia nos colocar no caminho do equilíbrio em relação a tudo que nos cerca e, então, em relaçao a nós mesmos.
quinta-feira, agosto 04, 2016
O julgamento e o açougueiro louco
Um julgamento onde a paixão, seja interesse ou ilusão, é preferida ao invés da razão, não pode ser chamado de justo, posto que a paixão é como a loucura: uma sombra sobre a capacidade de julgar.
Não dar ouvidos a razão é como entregar as facas a um açougueiro que ficou louco.
Não dar ouvidos a razão é como entregar as facas a um açougueiro que ficou louco.
terça-feira, julho 19, 2016
Os 4 poderes da República Federativa do Brasil
1. Executivo
2. Legislativo
3. Judiciário
4."Modulador" (hipotético)
4.1 Imprensa(nem sempre livre)
4.2 Institutos de pesquisas
Modular nas técnicas de telecomunicação é a ação pela qual uma onda de certa frequência é variada em suas características principais por outra(ou outras) onda, inserindo dessa forma a informação relevante da segunda à primeiramente citada. O que quero dizer, em outras palavras, e lembrando um velho ditado que diz o portador da má notícia não merece pancadas, é que percebo hoje em dia que os três primeiros poderes "modulam" o hipotético último poder. Fazendo-o ser a sua voz. O povo tem dado mais ouvidos ao que diz esse últimos a seu tempo. Todos clamam por uma imprensa livre. Uma imprensa que está à venda nunca será uma imprensa livre. Quem tiver mais poder econômico a cala(imprensa) ou a faz falar as suas verdades. A voz de um fala pelo outro. A verdade "modulada".
O que diria Maquiavel(1469-1527) desse modelo de estado que hoje temos?
Quem sabe diria que o estado que vemos não é o estado que temos. Ele tem sido um estado aparente.
O dicionário Houaiss nos diz que Estado é: conjunto das instituições que controlam e administram uma nação.
Maquiavel acreditava que o Estado deve ser real, ou seja, é preciso ver e examinar a realidade do jeito que ela é, e não como gostaríamos que fosse.
Mas a realidade é fabricada mais nos gabinetes ou em salas às escondidas, que nos plenários tornados públicos.
Em suma, o povo só vê o que eles querem que ele veja.
2. Legislativo
3. Judiciário
4."Modulador" (hipotético)
4.1 Imprensa(nem sempre livre)
4.2 Institutos de pesquisas
Modular nas técnicas de telecomunicação é a ação pela qual uma onda de certa frequência é variada em suas características principais por outra(ou outras) onda, inserindo dessa forma a informação relevante da segunda à primeiramente citada. O que quero dizer, em outras palavras, e lembrando um velho ditado que diz o portador da má notícia não merece pancadas, é que percebo hoje em dia que os três primeiros poderes "modulam" o hipotético último poder. Fazendo-o ser a sua voz. O povo tem dado mais ouvidos ao que diz esse últimos a seu tempo. Todos clamam por uma imprensa livre. Uma imprensa que está à venda nunca será uma imprensa livre. Quem tiver mais poder econômico a cala(imprensa) ou a faz falar as suas verdades. A voz de um fala pelo outro. A verdade "modulada".
O que diria Maquiavel(1469-1527) desse modelo de estado que hoje temos?
Quem sabe diria que o estado que vemos não é o estado que temos. Ele tem sido um estado aparente.
O dicionário Houaiss nos diz que Estado é: conjunto das instituições que controlam e administram uma nação.
Maquiavel acreditava que o Estado deve ser real, ou seja, é preciso ver e examinar a realidade do jeito que ela é, e não como gostaríamos que fosse.
Mas a realidade é fabricada mais nos gabinetes ou em salas às escondidas, que nos plenários tornados públicos.
Em suma, o povo só vê o que eles querem que ele veja.
quarta-feira, julho 06, 2016
O amor: consequência ou acaso?
A possessão do amor será castigada com o sofrimento.
É mais fácil saber o que não é o amor.
A paixão pode ser loucura, o amor nunca.
Fernando Pessoa disse: "Porque quem ama nunca sabe que ama/ Nem sabe por que ama, nem o que é amar..."
O verdadeiro amor, o amor, materializa-se em ações, não em palavras.
É mais fácil saber o que não é o amor.
A paixão pode ser loucura, o amor nunca.
Fernando Pessoa disse: "Porque quem ama nunca sabe que ama/ Nem sabe por que ama, nem o que é amar..."
O verdadeiro amor, o amor, materializa-se em ações, não em palavras.
segunda-feira, junho 27, 2016
Políticos de Carreira
A crise pela qual o nosso sistema político passa atualmente, em parte, deriva da atividade do político de carreira. Essa "instituição" deve ser coibida numa sociedade que carece cada vez mais ser representada e participar legitimamente das decisões que afetam a todos os cidadãos.
O que temos hoje na vida política e em todos os níveis governamentais é o Político de Carreira. Políticops de Carreira são homens e/ou mulheres que nada mais fazem que conchavos, politicalhas, trocas de interesses, entre outras atitudes maléficas, que em nada ajudam a sociedade como um todo.
Misturam seus próprios interesses com os interesses dos que eles deveriam representar, contrariando, assim, o prometido no processo eleitoral que os levou a seus cargos .
Político de carreira tem sua consciência vendida.
A quem interessa a eternização no poder sempre do mesmo indivíduo?
Espero que um dia exista um sistema político/eleitoral que experimente o rodízio permanente de poder aos cidadãos, tornando natural a eleição de um postulante a um determinado cargo em dose única.
O resultando disso, quem sabe, será a maior participação verdadeira do povo. Maior número de cidadãos exercendo, cada qual, o seu direito de contribuir com suas ideias e seus ideais para uma sociedade que vive em constante construção de sua ética, costumes e cultura.
O que temos hoje na vida política e em todos os níveis governamentais é o Político de Carreira. Políticops de Carreira são homens e/ou mulheres que nada mais fazem que conchavos, politicalhas, trocas de interesses, entre outras atitudes maléficas, que em nada ajudam a sociedade como um todo.
Misturam seus próprios interesses com os interesses dos que eles deveriam representar, contrariando, assim, o prometido no processo eleitoral que os levou a seus cargos .
Político de carreira tem sua consciência vendida.
A quem interessa a eternização no poder sempre do mesmo indivíduo?
Espero que um dia exista um sistema político/eleitoral que experimente o rodízio permanente de poder aos cidadãos, tornando natural a eleição de um postulante a um determinado cargo em dose única.
O resultando disso, quem sabe, será a maior participação verdadeira do povo. Maior número de cidadãos exercendo, cada qual, o seu direito de contribuir com suas ideias e seus ideais para uma sociedade que vive em constante construção de sua ética, costumes e cultura.
Assinar:
Postagens (Atom)